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laboratorio@mnarqueologia.dgpc.pt |
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Laboratório
Clique sobre "ver fotografia panorâmica" e visite o espaço laboratório.
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Limpeza com micro jacto abrasivo
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Observação à lupa binocular
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Laboratório de conservação e restauro do Museu Nacional de Arqueologia
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O laboratório do Museu Nacional de arqueologia tem como principal área de actuação a conservação e restauro de objectos metálicos, cerâmicos, pétreos e orgânicos provenientes de contextos arqueológicos, das colecções do museu e, pontualmente, objectos pertencentes a outros Museus e instituições. Um outro campo de acção e indissociável de todas as outras áreas é a conservação preventiva, essencial para garantir a preservação do espólio.
A filosofia do laboratório está assente no respeito pela perenidade e integridade do objecto regendo-se pelos princípios deontológicos da conservação e restauro. Para um bom desempenho dos objectivos que propomos, consideramos que o percurso que leva os objectos arqueológicos desde a descoberta até à exposição é longo, e que pelo meio ficam numerosas acções de conservação e restauro, que podem permitir um melhor conhecimento de materiais e técnicas de fabrico. Nenhuma intervenção de conservação e restauro pode ser entendida como um episódio banal na vida de um bem cultural, devendo antes obedecer à seguinte sequência de requisitos: diagnóstico preliminar do estado do objecto e do seu significado cultural; registo sistemático de todas as acções efectuadas; intervenção mínima, mantendo a integridade original do objecto e justificando sempre a necessidade de adição de novos materiais; conservação preventiva, procurando antecipar futuras situações susceptíveis de provocar efeitos nocivos; visibilidade das intervenções, de tal modo que qualquer reconstituição seja facilmente discernível, sem contudo afectar a interpretação do objecto; reversibilidade das intervenções, garantindo a possibilidade de anulação de acções e remoção dos materiais adicionados, sem prejuízo da integridade original do objecto; compatibilidade dos materiais utilizados com a natureza físicoquímica e mesmo visual do objecto.
A melhor forma de limitar os riscos inerentes a toda e qualquer intervenção de conservação e restauro é o diálogo interdisciplinar entre todos os especialistas envolvidos, com especial relevo para o conservador restaurador, o conservador de museu e o arqueólogo.
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Ficha de Intervenção de Conservação e Restauro [pdf] (126KB )
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